A gente não se cansa de ajudar quem trabalha no Brasil a melhorar, até ter o melhor atendimento do mundo. Assinado: Equipe da Ponto de Referência
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Onde trabalhar? A decisão mais importante da sua vida
Trabalhar? Ok, mas onde?
A dúvida mais eterna dos dias de hoje é se o lugar onde estou trabalhando é onde eu deveria estar trabalhando.
É disso que resolvi falar aqui.
Nada muito refinado. Coisas que saíram assim, fluidas e liberadas... se discordar, espero que sim, comente... o texto vai melhorar a cada comentário...
Tive essa dúvida até 15 anos atrás e já resolvi
O lugar onde mais trabalhei foi a minha empresa. Amo trabalhar nela. De verdade. Pra localizar vocês em tempo e espaço, tô com 54 anos.
Muitos anos atrás pensei numa coisa, escrevi e falei: nossos avós queriam que nossos pais trabalhassem no Banco do Brasil. Nossos pais que nós trabalhássemos numa multinacional e nós queremos que os nossos filhos trabalhem em algum lugar ou sejam felizes? Eu escolhi ser feliz.
Eu trabalhei em estatal, multinacional, nacional grande, nacional familiar e na minha empresa.
Adorava trabalhar no CTA, no Instituto de Atividades Espaciais. A gente criava muito lá. Liberdade total. O salário baixou quedalivremente e eu tive que mudar de vida, fui pra Johnson & Johnson depois de uma passagem meteórica pela Kodak onde eu percebi rapidamente que seria muito infeliz.
Fui pras multinacionais, desisti porque nelas a criatividade era muito limitada.
Voei por nacionais grandes e consegui criar muito, construir mais e ajudar a gerar resultado e reputação.
Naquelas onde trabalhei não consegui conviver com os valores. Migrei para cargos de direção em empresas familiares médias. Fui muito feliz aí. Construindo, criando e gerando muitos resultados e reputação. O choque com os donos me revelou a verdade final. O dono te contrata para fazer as coisas que o negócio precisa mas isso se choca com o que ele pensa. Um head Hunter desses que andam por aí me perguntou se eu achava que devia contrariar o acionista. Eu achava que ele me pagava para fazer isso sempre que o negócio necessitasse. Dancei. Não era isso que eles queriam. Desisti delas.
Descobri que não era mais adequado às empresas. Ciclos de um ano e meio em cada uma em época que isso não era aceito me mostraram que o problema era eu. Criei a minha. E sou feliz.
Eu tô bem, e você?
Vê se eu to falando bobagem.
O mundo hoje se divide em quem trabalha em corporações e quem trabalha em empresas pequenas. Sejam elas as suas ou a do patrão.
Convivendo com pessoas de corporações aparecem claramente duas outras subdivisões. Os caras que vibram e muito com o que fazem e onde trabalham e os que estão querendo se matar por não saberem como sair daquela vida.
Na vida das empresas pequenas, aparecem as mesmas categorias. A diferença é a quantidade de quem tá bem e quem não está. Nas corporações a grande maioria não está bem. Nas empresas menores a grande maioria está melhor.
Onde você está?
Como você está se sentindo.
Meus conselhos, que obviamente não servem para qualquer pessoa, têm sido os que eu vou escrever aqui embaixo.
Dá uma olhada e vê se presta. Se prestar depois me dá um toque pra eu saber que não estou maluco beleza total.
O caminho das pedras
A primeira coisa é pensar se você quer continuar como está ou não. Se você é empregado o caminho para quem não está bem é achar outro emprego. Na sua empresa ou em outra. Se você não quer mais ser empregado, ou vai ter que abrir uma empresa que produza ou venda produtos ou serviços, tipo uma loja, ou vai ser consultor.
Se for consultor ou vai trabalhar por conta própria com a sua propriedade intelectual ou vai se associar a alguém que já tem propriedade intelectual e vai tentar não virar empregado de novo.
Como decidir? Primeiro eu bem empregado
Vou começar pensando em quem é empregado e quer continuar. Não interessa o nível. Vale pra todo mundo.
Comecemos então. Como estou no lugar que trabalho? Três coisas me ajudam a avaliar se estou bem onde trabalho: o ambiente, o aprendizado e o ganho. Se estou num ambiente de que gosto, onde estou aprendendo e ganhando o que acho justo, não há o que fazer. Fique aí. Não quieto, mas tentando manter ou melhorar o ambiente, tentando aprender cada vez mais e ganhar cada vez melhor. Para a empresa e para você. Se algum desses 3 fatores não está bacana, garanto que você já começou a procurar um novo emprego. O melhor lugar para se procurar um novo emprego é dentro da sua própria empresa. Pode ser que o ambiente fique ruim porque o chefe mudou, ou você parou de aprender ou acha que pode ganhar mais. Aí é procurar outro lugar na própria empresa. Tente. Se não der, currículo na praça.
Hoje mais fácil fazer isso. Só na internet já há milhares de sites para se colocar o currículo. Mas o melhor jeito mesmo é via conhecidos que te recomendem. Que gostem e admirem o teu trabalho.
Vá à luta. De preferência antes da paciência se esgotar. Sempre digo que a melhor hora para se pensar no próximo emprego é quando se está bem. Nessa hora qualquer um dá mais chances pra gente do que quando estamos desesperados à procura de uma tábua de salvação. Daí pra frente é encontrar o próximo. Se não encontrar ou melhor enquanto não encontrar, a lei que prevalece é do Vinícius de Moraes. Infinito enquanto dure. Não esmoreça em qualquer situação. Se você não gosta de onde está e não está feliz não afrouxe. Continue no maior pique. Senão quem vai perder é você. Não há maneiras de se vingar de ninguém porque você não achou um lugar melhor para trabalhar a tempo.
Agora vôo solo. Empregador
Abrir um negócio novo é tema de estudo de muita gente mundo afora. Empreendedorismo é a matéria mais fértil dos dias de hoje. Eu digo que o cara é empreeesário. 3e’s. Quem vai abrir um negócio vai ser parte empregado, parte empresário e parte empreendedor no dia a dia. A grande diferença da vida de um empregado para o de empregador é a incerteza da receita. O empregado tem a incerteza do emprego. O empregador começa todo mês devendo muito dinheiro e só ao longo do mês ele cria a adimplência. Claro, nem todo mês. Esse é o passo mais importante que o empreendedor tem que avaliar se consegue dar: viver com a incerteza. Eu demorei 40 e poucos anos para ter meu primeiro negócio. Um pet shop. Mas continuei trabalhando como empregado e a loja ficou nas mãos abençoadas da minha mulher que meio que nasceu empreendedora e nem liga de viver na incerteza do não salário.
Se você vai abrir um negócio desses que estamos falando você tem que pensar em coisas fundamentais e não mentir pra você mesmo. Primeiro, você gosta do assunto de que vai tratar? Senão vai se tornar um empresidiário. Refém da sua decisão. E pior, se você não gosta do seu negócio e acha que ele pode dar dinheiro porque o mercado é bom saiba que ele não vai dar dinheiro. A falta de vocação limita o ganho. Dinheiro é muito importante, claro. Você tem que ter dinheiro dividido em 4 terços. O primeiro terço é para instalar o negócio. O segundo para contratar pessoas para produzir os serviços e comprar produtos para vender. O terceiro é o capital de giro para os tempos de incerteza, que são piores no início do negócio, mas necessários o tempo todo. Para garantir a dose de coragem que o empreendedor tem que ter para investir e apostar. Negócios sem caixa e falta de inovação andam muito juntos. De braços, mãos e coração dados.
Ah, o quarto terço. Bom esse é pra guardar no bolso sempre que precisar rezar.
E consultor?
Aí vamos para o que parece mais simples, mas não é. Consultor tem de monte. Consultáveis, poucos. Pessoa
s que têm competência para aconselharem gente e ajudar gente a fazer coisa que não ela não sabe é outro papo. Não basta vocação. Tem que ter conhecimento, vivência, paciência e tolerância a incompetência. O seu Cliente é inerentemente incompetente naquilo para que ele o contrata. O consultor precisa saber que quase todos os seus trabalhos resultarão incompletos. Nada acaba sendo totalmente implementado.
Se você achou que quer ser consultável é o seu caminho, construa o modelo mental do que você vai ajudar as pessoas a aprenderem e implementarem. Se der, em uma única página. Ensine coisas diferentes ou de um jeito diferente do que todo mundo faz. E comece com as pessoas que confiaram em você quando era empregado. Fluxo de caixa, no caso de consultor é quantos meses de custo fixo você tem no bolso para agüentar o tempo que vai levar para o seu negócio decolar. E cá para nós, se você não tiver um pouco espírito de vendas, para ser mais claro, cara de pau de oferecer o seu trabalho, se junte com alguém que já faz consultoria e já sabe fazer.
Último toque. Se você acha que ainda não coroou sua carrreira nas corporações, se ainda pode crescer e fazer mais, esqueça ser consultor. Você vai se frustrar e querer voltar para lá já já.
A dúvida mais eterna dos dias de hoje é se o lugar onde estou trabalhando é onde eu deveria estar trabalhando.
É disso que resolvi falar aqui.
Nada muito refinado. Coisas que saíram assim, fluidas e liberadas... se discordar, espero que sim, comente... o texto vai melhorar a cada comentário...
Tive essa dúvida até 15 anos atrás e já resolvi
O lugar onde mais trabalhei foi a minha empresa. Amo trabalhar nela. De verdade. Pra localizar vocês em tempo e espaço, tô com 54 anos.
Muitos anos atrás pensei numa coisa, escrevi e falei: nossos avós queriam que nossos pais trabalhassem no Banco do Brasil. Nossos pais que nós trabalhássemos numa multinacional e nós queremos que os nossos filhos trabalhem em algum lugar ou sejam felizes? Eu escolhi ser feliz.
Eu trabalhei em estatal, multinacional, nacional grande, nacional familiar e na minha empresa.
Adorava trabalhar no CTA, no Instituto de Atividades Espaciais. A gente criava muito lá. Liberdade total. O salário baixou quedalivremente e eu tive que mudar de vida, fui pra Johnson & Johnson depois de uma passagem meteórica pela Kodak onde eu percebi rapidamente que seria muito infeliz.
Fui pras multinacionais, desisti porque nelas a criatividade era muito limitada.
Voei por nacionais grandes e consegui criar muito, construir mais e ajudar a gerar resultado e reputação.
Naquelas onde trabalhei não consegui conviver com os valores. Migrei para cargos de direção em empresas familiares médias. Fui muito feliz aí. Construindo, criando e gerando muitos resultados e reputação. O choque com os donos me revelou a verdade final. O dono te contrata para fazer as coisas que o negócio precisa mas isso se choca com o que ele pensa. Um head Hunter desses que andam por aí me perguntou se eu achava que devia contrariar o acionista. Eu achava que ele me pagava para fazer isso sempre que o negócio necessitasse. Dancei. Não era isso que eles queriam. Desisti delas.
Descobri que não era mais adequado às empresas. Ciclos de um ano e meio em cada uma em época que isso não era aceito me mostraram que o problema era eu. Criei a minha. E sou feliz.
Eu tô bem, e você?
Vê se eu to falando bobagem.
O mundo hoje se divide em quem trabalha em corporações e quem trabalha em empresas pequenas. Sejam elas as suas ou a do patrão.
Convivendo com pessoas de corporações aparecem claramente duas outras subdivisões. Os caras que vibram e muito com o que fazem e onde trabalham e os que estão querendo se matar por não saberem como sair daquela vida.
Na vida das empresas pequenas, aparecem as mesmas categorias. A diferença é a quantidade de quem tá bem e quem não está. Nas corporações a grande maioria não está bem. Nas empresas menores a grande maioria está melhor.
Onde você está?
Como você está se sentindo.
Meus conselhos, que obviamente não servem para qualquer pessoa, têm sido os que eu vou escrever aqui embaixo.
Dá uma olhada e vê se presta. Se prestar depois me dá um toque pra eu saber que não estou maluco beleza total.
O caminho das pedras
A primeira coisa é pensar se você quer continuar como está ou não. Se você é empregado o caminho para quem não está bem é achar outro emprego. Na sua empresa ou em outra. Se você não quer mais ser empregado, ou vai ter que abrir uma empresa que produza ou venda produtos ou serviços, tipo uma loja, ou vai ser consultor.
Se for consultor ou vai trabalhar por conta própria com a sua propriedade intelectual ou vai se associar a alguém que já tem propriedade intelectual e vai tentar não virar empregado de novo.
Como decidir? Primeiro eu bem empregado
Vou começar pensando em quem é empregado e quer continuar. Não interessa o nível. Vale pra todo mundo.
Comecemos então. Como estou no lugar que trabalho? Três coisas me ajudam a avaliar se estou bem onde trabalho: o ambiente, o aprendizado e o ganho. Se estou num ambiente de que gosto, onde estou aprendendo e ganhando o que acho justo, não há o que fazer. Fique aí. Não quieto, mas tentando manter ou melhorar o ambiente, tentando aprender cada vez mais e ganhar cada vez melhor. Para a empresa e para você. Se algum desses 3 fatores não está bacana, garanto que você já começou a procurar um novo emprego. O melhor lugar para se procurar um novo emprego é dentro da sua própria empresa. Pode ser que o ambiente fique ruim porque o chefe mudou, ou você parou de aprender ou acha que pode ganhar mais. Aí é procurar outro lugar na própria empresa. Tente. Se não der, currículo na praça.
Hoje mais fácil fazer isso. Só na internet já há milhares de sites para se colocar o currículo. Mas o melhor jeito mesmo é via conhecidos que te recomendem. Que gostem e admirem o teu trabalho.
Vá à luta. De preferência antes da paciência se esgotar. Sempre digo que a melhor hora para se pensar no próximo emprego é quando se está bem. Nessa hora qualquer um dá mais chances pra gente do que quando estamos desesperados à procura de uma tábua de salvação. Daí pra frente é encontrar o próximo. Se não encontrar ou melhor enquanto não encontrar, a lei que prevalece é do Vinícius de Moraes. Infinito enquanto dure. Não esmoreça em qualquer situação. Se você não gosta de onde está e não está feliz não afrouxe. Continue no maior pique. Senão quem vai perder é você. Não há maneiras de se vingar de ninguém porque você não achou um lugar melhor para trabalhar a tempo.
Agora vôo solo. Empregador
Abrir um negócio novo é tema de estudo de muita gente mundo afora. Empreendedorismo é a matéria mais fértil dos dias de hoje. Eu digo que o cara é empreeesário. 3e’s. Quem vai abrir um negócio vai ser parte empregado, parte empresário e parte empreendedor no dia a dia. A grande diferença da vida de um empregado para o de empregador é a incerteza da receita. O empregado tem a incerteza do emprego. O empregador começa todo mês devendo muito dinheiro e só ao longo do mês ele cria a adimplência. Claro, nem todo mês. Esse é o passo mais importante que o empreendedor tem que avaliar se consegue dar: viver com a incerteza. Eu demorei 40 e poucos anos para ter meu primeiro negócio. Um pet shop. Mas continuei trabalhando como empregado e a loja ficou nas mãos abençoadas da minha mulher que meio que nasceu empreendedora e nem liga de viver na incerteza do não salário.
Se você vai abrir um negócio desses que estamos falando você tem que pensar em coisas fundamentais e não mentir pra você mesmo. Primeiro, você gosta do assunto de que vai tratar? Senão vai se tornar um empresidiário. Refém da sua decisão. E pior, se você não gosta do seu negócio e acha que ele pode dar dinheiro porque o mercado é bom saiba que ele não vai dar dinheiro. A falta de vocação limita o ganho. Dinheiro é muito importante, claro. Você tem que ter dinheiro dividido em 4 terços. O primeiro terço é para instalar o negócio. O segundo para contratar pessoas para produzir os serviços e comprar produtos para vender. O terceiro é o capital de giro para os tempos de incerteza, que são piores no início do negócio, mas necessários o tempo todo. Para garantir a dose de coragem que o empreendedor tem que ter para investir e apostar. Negócios sem caixa e falta de inovação andam muito juntos. De braços, mãos e coração dados.
Ah, o quarto terço. Bom esse é pra guardar no bolso sempre que precisar rezar.
E consultor?
Aí vamos para o que parece mais simples, mas não é. Consultor tem de monte. Consultáveis, poucos. Pessoa
s que têm competência para aconselharem gente e ajudar gente a fazer coisa que não ela não sabe é outro papo. Não basta vocação. Tem que ter conhecimento, vivência, paciência e tolerância a incompetência. O seu Cliente é inerentemente incompetente naquilo para que ele o contrata. O consultor precisa saber que quase todos os seus trabalhos resultarão incompletos. Nada acaba sendo totalmente implementado.
Se você achou que quer ser consultável é o seu caminho, construa o modelo mental do que você vai ajudar as pessoas a aprenderem e implementarem. Se der, em uma única página. Ensine coisas diferentes ou de um jeito diferente do que todo mundo faz. E comece com as pessoas que confiaram em você quando era empregado. Fluxo de caixa, no caso de consultor é quantos meses de custo fixo você tem no bolso para agüentar o tempo que vai levar para o seu negócio decolar. E cá para nós, se você não tiver um pouco espírito de vendas, para ser mais claro, cara de pau de oferecer o seu trabalho, se junte com alguém que já faz consultoria e já sabe fazer.
Último toque. Se você acha que ainda não coroou sua carrreira nas corporações, se ainda pode crescer e fazer mais, esqueça ser consultor. Você vai se frustrar e querer voltar para lá já já.
2011 - o que vem depois da crise.... e o que faz você sair dela vivo e competente
Tentei aqui um livro palestra, formato diferente para falar do que as empresas competentes em construir resultado sustentável têm praticado ou têm que praticar para se dar bem no mercado e, literalmente rir da crise...
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Tendências de varejo - NRF 2009 - resumo do que vimos lá.
a Ponto de Referência traz para o Brasil todos os anos uma visão do que vem acontecendo no mundo do varejo e do que vai acontecer.
tendências e pendências.
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Tendências de varejo - NRF 2009 - a palestra que fiz lá
palestra que fiz para o NRF - Big Show em 2009.
visão do que marcas brasileiras estão fazendo de diferente para se manterem vivas, queridas e lucrativas através da ferramenta des-equalizador que a Ponto de Referência desenvolveu.
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visão do que marcas brasileiras estão fazendo de diferente para se manterem vivas, queridas e lucrativas através da ferramenta des-equalizador que a Ponto de Referência desenvolveu.
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